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Marchas de Estudantes no Chile PDF  | Imprimir |
 

By Rachel Moreno,

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Nesta quinta-feira (4), novas marchas tomarão as ruas chilenas por melhoras na educação. A convocação é da Confederação de Estudantes do Chile (Confech), que encabeça as mobilizações que se realizam no país desde maio. Nesta oportunidade, Confech realizará uma assembleia que decidirá a postura à respeito da resposta do governo ao documento Acordo Social pela Educação, elaborado pela Confederação, a Coordenadora Nacional de Estudantes Secundários (Cones) e o Colégio de Professores.

03.08.11 - Chile
Novas marchas nesta quinta-feira (4) reforçam a crescente mobilização estudantil
Camila Maciel
Jornalista da Adital
Adital - Copyleft


De acordo com Camila Vallejo, presidente da Federação de Estudantes da Universidade do Chile (Fech), as marchas que serão realizadas em diferentes pontos do país são "um sinal de que estamos mobilizados, alertas e que a discussão não termina com a resposta do ministro, portanto, a marcha acontece independentemente do que ele tenha respondido”, afirmou, segundo o site da Fech.

O Acordo Social pela Educação foi elaborado pelos atores ligados a educação como contraproposta ao Grande Acordo Nacional pela Educação (GANE), proposto pelo governo de Sebastián Piñera. O GANE foi avaliado pelos estudantes como uma proposta unilateral que não considerou as demandas sociais. "Reduzir o conflito à maior injeção de recurso, sem parâmetros claros, não conseguirá superar a profunda crise da educação”, assinala a nota de resposta da Confech.

No documento provocado pelos estudantes, está expressa a necessidade de "recuperar a educação como um direito social e humano universal (...), e que esteja estruturado na base de um novo Sistema de Educação Pública, organizado e financiado pelo Estado em todos os seus níveis (...)”. Autonomia, democracia, pluralidade, qualidade e gratuidade são palavras chaves do Acordo Social pela Educação.

Pelo menos cinco federações estudantis já rechaçaram a resposta governista. As críticas são que a proposta do governo não contempla o conjunto de reivindicações estudantis, além de perpetuar o endividamento dos estudantes, os quais pagam mensalidades mesmo nas instituições públicas. Eles reclamam também que a proposta do governo não garante elementos para alcançar a gratuidade ou formar um sistema equitativo.


Nas mobilizações de amanhã, espera-se envolver outros atores sociais. Por isso, em Santiago do Chile haverá uma marcha dos secundários pela manhã, às 10h30, a partir da Praça Itália. À noite, às 18h30, marcharão universitários, professores, secundaristas e demais trabalhadores. De acordo com Giorgio Jackson, da Federação de Estudantes da Universidade Católica (FEUC), isso é um momento de "não só se manifestar pelo tema da Educação, mas também pela crise no sistema em geral”, afirmou ao site da Fech.

Para Giorgio, a crise se expressa na "institucionalidade, na democracia e nos distintos âmbitos sobre os quais a sociedade está descontente”. Camila Vallejo, por sua vez, acredita que "é importante demonstrar que também se está reivindicando por transformações mais profundas do que somente o tema da educação. Quando, na discussão sobre educação, se abordam temas tão importantes como as mudanças constitucionais, percorrem-se todos os setores de maneira transversal”, declarou.

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03.08.11 - Chile
¿Que parte de la exigencia de EDUCACIÓN PUBLICA Y GRATUITA no entendió el gobierno?
Patricio Guzmán
Correo Semanal
Adital
El Gobierno Piñera contra la Educación Gratuita.


Una demanda central del masivo movimientoestudiantil, y de otros sectores sociales, que tiene conmovido, y con movilizaciones y tomas todo el país es "Por una Educación Pública y Gratuita", pues bien tres meses se ha demorado el gobierno para emitir un documento mediocre, de esos de 'cortar y pegar', lleno de lugares comunes y ambigüedades, en el que queda claro que rechaza la gratuidad de la educación, y en cambio propone como solución el Crédito con Aval del estado, a una tasa del 4%.


A lo que agrega, jugando con la inteligencia de los estudiantes, una promesa de convocar una nuevacomisión deexpertos (¿Otra más? ¿Acasoalguiencree que sirvió para algo la Comisión convocada por Bachelet?) para que se tome unos seis meses y termine proponiendo más de lo mismo: "un nuevo sistema que combine becas ycréditos y que tienda a la configuración de un sistema único de financiamiento".


Lo único concreto que encontramos en el documento esel compromiso del Gobierno de adicionar la cantidad total de 4.000 millones de dólares al presupuesto de educación, desde ahoray por los próximos 4 a 6 años. Un cálculo de Miguel Crispi en un artículo de su blog 'Sentidos Comunes', muestra que incluso solamente para la medida de las becas prometidas, si fuera en serio, el monto es insuficiente:"Cuando se habla de beneficios para los alumnos más vulnerables y que tienen mérito académico, en mi interpretación, se estaría hablando de la beca Juan Gómez Millas. Este beneficio está dirigido a todos los estudiantes de los quintiles I y II, y que obtengan más de 550 puntos en la PSU. Según la información pública de 2007, en este año se entregaron 5.354 becas de este tipo, lo que en monto implicó una inversión de USD 11.003.000.


Si el gobierno se pone ambicioso y se decide a doblar la cobertura del beneficio estas medidas representarían un valor de 2.760 millones (USD 6 millones)."


Lo que señala el documento comentado del gobierno:


"C. FINANCIAMIENTO ESTUDIANTIL


Se buscará aumentar el acceso y se promoverá la igualdad de oportunidades en el ingreso a laeducación superior.


Para estos efectos se reestructurarán los sistemas de becas y créditos estudiantiles. Creemos quela magnitud y composición de los beneficios, así como el número de beneficiarios, debenaumentarse gradualmente de tal forma de reducir los aportes y los niveles de endeudamiento delas familias. Nuestro propósito es que ese sistema fortalezca el acceso a la educación superior, ypermita que ningún estudiante con méritos quede excluido por su condiciónsocio económica. Elloimplica medidas tanto de corto como de mediano plazo:


En la agenda de corto plazo presentaremos durante este mes, un proyecto de leydestinado a permitir renegociar a los cerca de 110.000 deudores morosos del créditosolidario ygenerar los cambios normativos que permitan reducir la tasa del Crédito conAval de Estado (CAE) a fin de llevarla, a partir del próximo año, a cerca de un 4% anual encircunstancias normales. Ampliaremos el tipo de instituciones financieras que podránotorgar el CAE, para que por la vía de la mayor competencia y transparencia, sumado a lossubsidios estatales, se alcancen en el corto plazo estas menores tasas.


También en la agenda de corto plazo, aumentaremos el número de alumnos beneficiadoscon becas, garantizando el acceso a ellas para todos los alumnos meritoriospertenecientes al 40% más vulnerable de la población, e incrementaremos, en el áreatécnica profesional, su monto. Lo anterior será a contar de marzo de 2012.


- Pensando en el mediano plazo, y para dar una solución efectiva de financiamiento a todoslos alumnos, independiente de su decil de ingreso, se convocará a una comisión deexpertos que proponga en los próximos seis meses un nuevo sistema que combine becas ycréditos y que tienda a la configuración de un sistema único de financiamiento."

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